sábado, 5 de junho de 2010

Jornalistas discutem Jornalismo

por Wesley Bispo

A "Jornada de Jornalismio Unip 2010" movimentou o campus da Universidade Paulista (UNIP/DF) nos dias 18,19 e 20 de maio. Durante os três dias alunos de comunicação social e convidados puderam assistir a profissionais experientes no campo jornalístico e esclarecer dúvidas sobre a profissão de jornalista.

No evento, organizado pela professora e coordenadora Raquel Sachetto, a assessora do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Adélia Azeredo, começou falando sobre o funcionamento de uma assessoria de comunicação pública que, segundo ela, é um espaço mais voltado para os profissionais da área de comunicação social. Adéilia conta que as assessorias públicas seguem a mesma linha e não são tão diferentes, independente do órgão em que estejam inseridas. "A principal diferença entre as assessorias de comunicação pública é o tamanho do órgão e a forma em que se comunicam com o público", conclui a assessora.

Foto: Wesley Bispo
Os convidados puderam interagir com questionamentos feitos aos palestrantes assim que terminavam de narrar fatos interessantes e curiosos sobre sua carreira profissional. O jornalista da Rede Globo, Júlio Mosquéra, relatou o dia-a-dia de um repórter político e quais os obstáculos que surgem durante a realização de uma matéria para tv. Júlio disse, ainda, que um repórter não se deve atentar a apenas um tema na hora em que sai da redação para a cobertura de uma pauta porque a todo momento estão surgindo novos casos e a chance dele cobrir um outro assunto diferente do que lhe foi designado é grande. Questionado sobre a autenticidade de informações e fontes, Júlio responde: "é preciso ampliar o seu leque, ouvir mais pessoas para que se tenha confiança na informação que será dada. Quando o repórter coloca uma reportagem no ar, ele é quem a banca", finaliza.

O debate contribuiu para uma maior aprendizado no campo jornalístico e proporcionou aos presentes esclarecimentos sobre fatos que, muitas vezes, passam despercebidos aos olhares críticos. Nesse seminário pudemos conhecer um pouco mais sobre a rotina de um comunicador e como podemos nos preparar para o mercado e/ou futuro profissional que nos espera.
   

Os profissionais covidados foram:

Adélia Azeredo - assessora do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento
Beth Cataldo da Editora Tema
Gilson Rabello do jornal O Coletivo
André Dusek do jornal Estado de São Paulo
Paulo José Cunha da TV Câmara 
Julio Mosquéra da Rede Globo
Nara Lacerda da Rádio CBN


FOTOS DO EVENTO














                                                     













Fotos: Wesley Bispo

                                                                






























terça-feira, 1 de junho de 2010

Moda: estilos que revelam diferentes personalidades

por Wesley Bispo

"Faça da roupa uma linguagem que reflete as mudanças que se passa na vida". A frase do jornalista Fernando Lisboa (o homem casual: a roupa do novo século) define de maneira simples o que é se vestir e sentir-se bem com isso. Muitos desconhecem, mas a sua vestimenta fala por você e denuncia o seu modo e estilo de vida. Há os que usam uma determinada peça afim de se esconder ou se disfarçar, é isso mesmo! A roupa também serve de esconderijo para aqueles que procuram fugir da sua realidade para viver em outra. Nesse momento percebe-se as implicações físicas e psicológicas que a moda pode causar no indivíduo.

     Fonte: site fashion bubbles
Com estilo e elegância, Gabrielle “Coco” Chanel revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século 19. Chanel foi precursora da mulher moderna

A palavra “moda” vem do latim modus, significa “modo”, “maneira”. É um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Tudo isso se torna nítido quando observamos as pessoas das diferentes épocas, por exemplo as das décadas de 50 e 70. Notamos que à medida que a sociedade evolui, sua forma de se vestir se moderniza. Podemos concluir assim que: para cada conquista o homem usa uma roupa nova para comemorar. Dessa forma, é possível, até, entender um um grupo ou um país naquele período pelos trajes que carregam.

Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), enquanto os homens lutavam nas trincheiras, as mulheres travalhavam nas indústrias bélicas como empregadas. Devido ao trabalho árduo suas roupas tiveram que ficar mais práticas; as saias foram cortadas, e surge um novo comprimento até a canela. Com as privações causadas pela guerra, surgiram novos materiais, inclusive o uso de tecidos poucos nobres. Hoje, o tratar desse assunto exige elementos mais complexos valores como imagem, auto-estima, estética, padrões de beleza e inovações tecnológicas. Talvez o fascínio por moda venha do saber que ela nunca foi e nem será a mesma, que não é eterna e que está em constante mudança dia após dia.

Manuel Fontán de Junco, filósfo espanhol, afirma que: "conseguiu estabelecer uma ponte entre a beleza e a vida. A moda é uma arte que se usa, que se leva para a rua; é uma arte de consumo a que todos têm acesso". É fundamentada na arte humana, uma arte que foi feita por e para o homem.

A estilista Fernanda Ferrugem desde criança confeccionava roupinhas para bonecas. Mais tarde começou a fazer para si mesma. No ateliê da mãe, que fazia vestidos de noivas e madrinhas, pegou gosto pela moda. Depois de passar pela gerência da loja Triton, a estilista preferiu ter sua própria marca, o Espaço Ferrugem. Fernanda já participou do BSBMix e suas criações já desfilaram pelo Brasília Fashion Festival. Para ela a cultura de cada pessoa determina como cada um se veste e expressa seus sentimentos e a sua personalidade. Fernanda explica ainda que a sua moda foge do convencional e trabalha com cores fortes para trazer sentimentos de alegria e felicidade, em sua nova coleção de inverno, denominada Yummi apostou no vermelho e xadrez.
 
(Áudio Arailton)


(Áudio Marlene)






Conheça a nova coleção de inverno de Fernanda Ferrugem. Clique aqui.


Eu me visto assim...
Fotos: Simone Ribeiro e Suene Cristina







Certo ou Errado???